quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O Brasil que queremos construído Bloco a Bloco




Em parceria com o Grupo LEGO, a ZOOM desenvolve projeto inovador transformando jovens em protagonistas para realização de mudanças na qualidade de vida de suas respectivas comunidades.

O Projeto “Bloco a Bloco: o Brasil que queremos” é uma iniciativa da ZOOM em parceria com o Grupo LEGO, criado para atender crianças e jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica e oferecer a oportunidade de trabalharem conceitos importantes para toda a experiência humana, como criatividade, trabalho em equipe, relacionamento entre as pessoas, ética e cidadania.

Por meio de atividades envolventes que utilizam peças LEGO, kits de robótica e materiais recicláveis, o programa social estimula os alunos a refletirem sobre o país em que eles vivem e querem viver, trabalhando habilidades e competências para toda a vida e criando soluções para os problemas da comunidade onde estão inseridos.
O Bloco a Bloco se tornou referência para o Grupo LEGO ao aproveitar a doação de 5 milhões de peças LEGO e transformar este material em um projeto que estimula crianças e jovens a desenvolverem habilidades e competências para a vida de forma motivadora, inclusiva e equânime. “Com este material, por exemplo, eles param para analisar os problemas do bairro e propor soluções para melhorar o local onde vivem”, afirma Marcos Wesley, presidente da ZOOM.

As entidades selecionadas para trabalhar com o Bloco a Bloco recebem doações de peças LEGO, kits de robótica LEGO Mindstorms RCX, webcam, formação pedagógica e material ZOOM de suporte pedagógico. “Este projeto vem transformando a vida de jovens, levando-os a apresentar propostas modificarem o orçamento do município, incluindo as melhorias que eles propuseram para a comunidade” explica Wesley.

O Bloco a Bloco iniciou suas atividades no país em 2008 e já beneficiou mais de 47 mil alunos em 15 estados, 84 cidades e 200 instituições.

O Instituto de Ecocidadania Juiriti faz parte destas instituições, desenvolvendo uma experiência na sala de Meta Reciclagem do Expresso Digital, estimulando crianças, adolescentes e Adultos Jovens a estarem produzindo materiais lúdicos e interativos a partir desta experiência.

Sobre a ZOOM

A ZOOM, representante exclusiva da LEGO Education no país, é uma empresa brasileira que desenvolve soluções motivadoras de aprendizagem utilizando a robótica educacional e a experiência lúdica para gerar conhecimento por toda a vida.

Em parceria com o Grupo LEGO, a ZOOM elaborou uma proposta de ensino inovadora, que valoriza e aplica o aprender-fazendo de forma criativa e lúdica, como meio para desenvolver habilidades, competências, atitudes e valores essenciais em todas as etapas da vida do ser humano.

A proposta pedagógica da ZOOM, validada pelo Grupo LEGO, começou a ser exportada para outros países, como Argentina, México e China. No Brasil, o projeto é aplicado desde 1999 e já contemplou mais de um milhão e meio de crianças e jovens em três mil escolas públicas e privadas.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Expresso Digital acelerando o desenvolvimento humano em nova fase

Um dos indicadores da nova fase do Expresso Digital vai ser o número de seguidores do Bloguinho do Telecentrinho, canal de comunicação do Expresso Dogital. Espalhe esta idéia e seja um seguidor...

ACORDOS DE CONVIVÊNCIA

                               
                                 ACORDOS DE CONVIVÊNCIA NO EXPRESSO DIGITAL




1- Só será permitido o acesso ao expresso com as mãos limpas; (você será orientado pelo/a educador/a social de como lavar as mãos)

2- Não será permitido comida de qualquer natureza no interior do Expresso Digital;

3- Não será permitido entrar sem camisa ou sandália, com ressalva para a recomendações da coordenação geral;

4- O acesso é exclusivo para pesquisas, jogos e alfabetização digital.

5- Visitar apenas sites liberados pelo/a educador/a social

6- Quando sair deixar o pc e o ambiente interno e externo como encontrou: limpo

7- O tempo de acesso será de 30 minutos por educando/a

8- Acesso apenas para maiores de 6 anos

9-Proibido ultrapassar a cortina de fitas

10- Em caso de dúvidas procure o educador social

11- Não mexer em nenhum aparelho do expresso sem autorização do educador social

12- Não salvar documentos ou fotos nos pcs

13 - Acesse sempre o Bloguinho do Telecentrinho, ele é o canal virtual de comunicação do Expresso Digital. Na sua primeira visita se torne seguidor, pedindo orientação do/a educador/a social. (www.bloguinhojuriti.blogspot.com)

14 – Os usuários do expresso devem participar das seções de cinema do Cine Clube do Expresso Digital, anunciadas no mural de comunicações do bloguinho do telecentrinho, inclusive dos debates.

15 – Participe da campanha eu cuido do expresso digital, mantendo sua pintura, adesivos, esquipamentos e móveis em perfeito estado e colocando o lixo no lugar certo.

16 – Divulgue sempre as ações do expresso digital para familiares, parentes e colegas da escola.

17 – Deixe críticas e sugestões no mural do expresso no blog do telecentrinho (www.bloguinhojuriti.blogspot.com)

18 - O usuário ou usuária que não cumprir os acordos de convivência perderá o direito de freqüentar o expresso digital.


Vamos aprender com gentetude a aproveitar este valioso espaço de alfabetização digital.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Expresso digital a todo vapor!

O expresso digital está funcionando com força total  para atender a comunidade. Teremos novos cursos e concursos que serão realizados periódicamente. Crianças e adolescentes, que precisam de uma formação digital para ingressar no mercado de trabalho, terão aqui a oportunidade de uma iniciação no mundo da informática e, também de estarem informados sobre novidades na área de cursos profissionalizantes e outros assuntos de seu interesse com o acesso a internet. Façam valer a chance de avançarem na tecnologia na sua forma mais ampla! Bem vindos a uma nova fase no expresso digital Juriti!


Sheilane Silva

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Respondendo ao resultado da enquete sobre animais no circo



ANIMAIS NO CIRCO: O QUÊ VEM PRIMEIRO? LUTA POLÍTICA OU O RESGATE DO IMAGINÁRIO?

JUNIOR PERIM, fundador e coordenador executivo do CRESCER E VIVER, é membro da Rede Iberoamericana para o Desenvolvimento das Artes Circenses.

Tenho acompanhado os esforços da comunidade circense pela regulamentação da utilização de animais em espetáculos circenses, no Brasil. A causa, que antes afetava apenas aos circos que incorporavam ou que incorporam os animais aos seus espetáculos, vem mobilizando pesquisadores e intelectuais, trupes e grupos, companhias e artistas, escolas e centros de formação, todos estes, segmentos do circo que, mesmo não utilizando animais em suas práticas e fazeres, passaram a manifestar o seu apoio à pretendida regulamentação.
A pressão midiática é forte, e de tempos em tempos se renovam as denúncias de “maus tratos” que motivam novas ondas proibitivas e fortalecem o senso comum de que “circo legal não tem animal”.

Como resposta, a comunidade circense protesta com cartas, e-mail’s, manifestos e gestões junto às autoridades públicas, notadamente as ligadas à cultura. Além disso tenta incidir junto ao Poder Legislativo nos diferentes níveis, arguindo sobre o valor histórico e a importância cultural dos animais como traço essencial de um modelo de espetáculo que integra o imaginário circense.

Embora a comunidade circense tenha clara, defenda e lute pela regulamentação, parece-me que falta a ela estabelecer um diálogo com a sociedade, afinal, aceite o circo ou não, o maior resultado da pressão midiática é a formação de uma opinião pública, visceral e radicalmente contra os animais em circo. E, quando falo de opinião pública, não falo só da massa da população, mas de formadores de opinião e de atores sociais da cultura que não integram o universo circense. Como minha proposta é justamente ter noção do que pensa esse grupo sobre o tema “animais em circo”, consultei alguns deles com os quais mantenho relações e o resultado foi que: são contra. E qual tem sido a postura da comunidade circense frente a isso? O que tenho visto é adoção de estratégias não muito diferentes daquelas utilizadas pelas associações protetoras dos animais – endemonizar todos aqueles se contrapõem à sua luta, mesmo quando se trata de “gentes” e grupos sociais influenciado pela grande mídia sem fazer qualquer avaliação crítica.

Ao se fazer uma análise das estratégias até aqui adotadas pela comunidade circense na luta pela regulamentação dos animais em circo, a constatação é de que a luta pouco avançou. Para os que afirmam o contrário, deixo a seguinte questão: quais são os saldos concretos de tantas batalhas? O único positivo que consigo perceber é a unidade do discurso da comunidade circense, mas um discurso feito para ela mesma, um discurso que não cativou o povo que não aproximou outros sujeitos em escala suficiente para potencializar as suas pressões políticas. Fora isso, o que vemos são as apreensões discricionárias de animais efetuadas pelo Estado e um número cada vez maior de municípios brasileiros editando legislações proibitivas que impedem a circulação/itinerância dos circos que ainda inserem animais em seus espetáculos.

A luta não sensibilizou sequer as autoridades públicas no âmbito federal, com as quais o circo vem mantendo diálogo sistemático sobre a regulamentação. Afinal, o Estado que, através do MinC/FUNARTE, vem ampliando o apoio e o incentivo às atividades circenses, é o mesmo Estado que, através do IBAMA apreende animais.

A idéia de estabelecer este debate não é promover a identificação dos “adversários” da luta pela regulamentação dos animais em circos. O propósito é sugerir à comunidade circense uma reflexão sobre novas estratégias que devem ser adotadas, para que a luta pela regulamentação não siga perdendo batalhas ao focar sua incidência junto ao Congresso e aos governos que, sabemos, especialmente em um ano eleitoral, jamais irá se posicionar contra o senso comum, contra, repito, uma opinião pública visceral e radicalmente contrária.

Chegou a hora, aliás, passou da hora, do circo brasileiro investir a sua energia no resgate do imaginário circense, desenhando estratégias de diálogo com a sociedade que dêem conta de mostrar experiências do bom trato dispensado pelos circos aos seus animais, de demonstrar que os animais de circo (hoje) em sua totalidade não foram retirados do habitat natural. Enfim, de estimular em cada brasileiro e brasileira o resgate da sua mais elementar lembrança do espetáculo circense que assistiu na infância, no qual, por certo, consta como principal registro, a imagem de um animal exótico ou não, apresentado com graça e respeito pelo seu domador ou retirado da cartola de um mágico com um truque inacreditável.

É momento da comunidade circense aceitar, como principal desafio da luta em favor da regulamentação dos animais em espetáculos, ganhar a simpatia e o apoio da opinião pública, sem a qual, a pretendida regulamentação não será intuída e encarada com ações concretas pelos Poderes Legislativo e Executivo. Só revertendo a posição da opinião pública, colocando-a a favor da causa entorno da qual (hoje) só o circo me parece estar articulado a luta terá chances de vitória. Do contrário as pernas dos soldados circenses vão se afundar no lodaçal do jogo político que, inevitavelmente, levará em consideração o que “pensa” o povo. Portanto, é preciso ganhá-lo, esta é a lógica basal da sociedade democrática.

A mais recente e boa experiência de um movimento que, paulatinamente, vem ganhando a opinião pública e a partir daí obtendo ganhos legislativos é o movimento homossexual. Que tal o circo observá-lo e aproveitar a experiência de mobilização e reversão do preconceito que ele vem empreendendo? Bom, mas este é papo para um novo artigo.

(artigo escrito para o site Circonteúdo, em junho de 2010)
Agora uma perguntinha: E os animais a serviço da polícia?.... (Cristina Diôgo)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Jornal do Cariri entrevista equipe da Ação Griô do Instituto de Ecocidadania Juriti

A Jornalista Vitória Régia, do Jornal do Cariri visita o Centro de Referência em Educação ambiental para realizar entrevista com os integrantes do Projeto Histórias em Retalho. Na ocasião Francisco Viana Barbosa falou da sua experiência como Griô Aprendiz e a Mestra Fanca falou da sua história, dos seus boradados que contam a história de Juazeiro do Norte e da região do Cariri, num longo bate papo que será publicado na próxima edição deste jornal que sempre que pode dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos pelo Instituto de Ecocidadania Juriti.